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Microempresas usam apps e internet para aumentar negócios

Microempresas usam apps e internet para aumentar negócios

Rio de Janeiro – Microempresários têm recorrido às redes sociais, aplicativos e internet para conquistar novos clientes e aumentar as vendas. A Associação dos Joalheiros e Relojoeiros do Estado do Rio de Janeiro (Ajorio) lançou recentemente, por exemplo, aplicativo gratuito para os sistemas Android e IOs para incrementar as vendas de joias, gemas e bijuterias. Pelo aplicativo, o consumidor pode encontrar o trabalho de 52 profissionais do estado. O usuário pode acessar o site do joalheiro, ver fotos dos produtos e comprar. “É a ferramenta que os jovens estão usando, que é o nosso maior público-alvo”, explicou a diretora-executiva da Ajorio, Angela Andrade. O aplicativo, chamado É do Rio!, foi lançado em parceria com Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Entre os profissionais que aderiram ao projeto está a designer Carol Barreto, de Maricá, no interior do estado, que cria joias a partir do reaproveitamento de materiais descartados. Ela contou que, embora recente, o aplicativo já lhe rendeu contato com uma empresa, interessada em estabelecer parceria. Danielle Gandarillas, outra designer, destaca que pela internet “as pessoas vêem as peças no Facebook e dali vão para o site”. Angela Andrade espera que o projeto resulte em mais negócios para o setor. “É uma ação de acesso a mercado, que se soma à atuação em feiras e eventos. Um aplicativo como esse tem um alcance que é inimaginável. A gente pode ter boas surpresas e fazer com que nossas joias cruzem o continente, porque a edição é bilíngue e o Brasil está na moda”. Os empresários, que estão no projeto, estão cadastrados inclusive no serviço de exportação dos Correios. De início, a ferramenta está disponível apenas para tablets. O setor joalheiro fluminense reúne 2.211 empresas, a maioria de micro e pequeno porte. No ano passado, o setor faturou R$ 1,8 bilhão. Em Campina Grande, na Paraíba, fabricantes de roupas de algodão faziam as vendas para outras partes do país por meio da rede social Facebook. Há um mês, iniciaram as vendas por um site próprio e já percebem os resultados. “Eu já noto que quase todo dia chega um pedido. Existe uma sinalização de que vai dar certo”, contou a diretora da Cooperativa de Produção Têxtil e Afins...

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Mercado da Internet das Coisas deve chegar a US$ 71 bilhões até 2018

Mercado da Internet das Coisas deve chegar a US$ 71 bilhões até 2018

Bem em breve, sua casa será mais inteligente. É isso que exibe uma pesquisa realizada pela consultoria Juniper Research, que prevê grande crescimento no mercado da Internet das Coisas e um valor de mercado que deve atingir US$ 71 bilhões até 2018. Apenas a título de comparação, em 2013, o total obtido foi de US$ 33 bilhões, menos de metade disso. E o grande motor de todo esse aumento será o entretenimento, com soluções de conteúdo sob demanda como Netflix e Amazon Instant Video permanecendo como principal atrativo para os consumidores. Eles, por sua vez, vão adquirir mais aparelhos capazes de acessar esse tipo de plataforma, como televisores inteligentes, consoles de video game e set-top boxes, movimentando um mercado recém-surgido, mas que já apresenta grande força em todo o mundo. A Juniper, porém, apresenta também o outro lado dessa moeda. O uso de conteúdos por streaming e, principalmente, a chegada de altíssimas resoluções como a 4K, também demanda melhorias nos serviços de conexão com a internet. De nada adianta ter aparelhos do último modelo sem uma banda que suporte o tipo de conteúdo que tais dispositivos permitem utilizar. Além disso, a presença de outros aparelhos conectados, como câmeras ou sensores de fumaça, gera stress adicional sobre a rede, tanto em questões de acesso quanto em segurança. Sendo assim, a exigência é que as provedoras de serviços de internet e de dispositivos para acesso também invistam, aproveitando a onda da Internet das Coisas para lucrar mais. A Juniper aponta que esse mundo não será dominado por uma única companhia, como muitas vezes acontece com outros mercados. Aqui, parcerias entre grandes players serão fundamentais para garantir serviços que realmente funcionem como o previsto e entreguem exatamente aquilo que os consumidores desejam. Matéria completa: http://corporate.canaltech.com.br/noticia/internet/Mercado-da-Internet-das-Coisas-deve-chegar-a-US-71-bilhoes-ate-2018/#ixzz39XZ1KkDj O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa...

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Tema SP Executivo Nova

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